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Notícias sobre leitura

Como ler e baixar livros de graça com o Google Livros

Há uma série de livros no Google Livros disponíveis para leitura, desde títulos de auto-ajuda, ficção, romances a livros acadêmicos e jurídicos.

Para começar, acesse a página inicial do Google Livros. Por lá, você tem acesso a um catálogo enorme de livros, incluindo diversas promoções interessantes. Uma delas, inclusive, deixa você ler parte de livros pagos gratuitamente, e pode ser acessada aqui.

Depois de escolher um livro gratuito, você não está limitado a acessá-lo somente no site do Google. Basta clicar em Meus livros na barra lateral para ver a sua biblioteca. Se você quiser baixar um livro, clique no ícone de três pontos do título desejado e selecione Fazer download do ePub ou Fazer download do PDF.

Além disso, você pode fazer upload do arquivo para enviar os seus próprios livros para a biblioteca do Google Books. Assim, você pode unificar o catálogo e organizar bem os seus títulos.

Leia mais em www. tecnoblog.net/

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Vendas de livros cresceram em volume e faturamento na comparação com o 1º semestre de 2016

Segundo o 7º Painel das Vendas de Livros no Brasil em 2017, retratados pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e pela Nielsen as vendas de livros cresceram em volume, 4,44% e em faturamento, 5,01% no país, na comparação com o 1º semestre de 2016.

Na soma das vinte e oito semanas de 2017**, o varejo de livros mantém recuperação diante do baixo desempenho de 2016 e já aponta crescimento de 5,47% nas vendas em volume e 6,59% em valor.

Quanto aos gêneros, destaque para os de Não Ficção Trade, que ganharam importância em faturamento, de 1,18 ponto percentual, e acumulam um resultado expressivo no ano, em valor:

Não Ficção Trade

2016: R$196.821.370,37

2017: R$220.791.127,02

Variação: 12,18%

Leia mais em www.exame.abril.com.br

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Crianças preferem livros ao YouTube na Alemanha

Uma pesquisa realizada pelas editoras Panini, Gruner + Jahr, Egmont Ehapa Media, Spiegel e Zeit descubriu que mais de 60% das crianças entre 6 e 13 anos preferem a leitura como forma de entretenimento principal na Alemanha.Para os pais ouvidos na pesquisa, o gosto pela leitura está relacionado principalmente ao incentivo que as crianças costumam receber em casa e na escola. Eles costumam mostrar que o hábito tem o poder da ativar a criatividade.

Leia mais em www.exame.abril.com.br

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Segundo pesquisa canadense, crianças aprendem mais com e-book do que com livro de papel

Um grupo de epsquisadores dos EUA e do Canadá pesquisaram e concluíram que os livros eletrônicos atraem mais a atenção dos pequenos. Mas, a longo prazo, isso também pode ter um efeito ruim.

Com a pesquisa os cientistas chegaram a três conclusões:

1.Ler um e-book muda o comportamento tanto dos pais quanto das crianças;

2. Crianças bem pequenas se divertem mais com os e-books;

3. Elas também aprenderam mais.

Porém eles concluíram que se o livro eletrônico prende a atenção e destaca o conteúdo, ele é útil. Se só distrai a criança, não. http://super.abril.com.br/comportamento/criancas-aprendem-mais-com-e-book-do-que-com-livro-de-papel/

Leia mais em www.super.abril.com.br

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Livros podem ter preço fixo no Brasil; entenda

No dia 27 de junho a lei que institui um preço fixo de livros no Brasil obteve parecer favorável de Lindbergh Faria, relator na Comissão de Constituição e Justiça da casa.

De acordo com o Projeto de Lei 49/2015, todas as livrarias (físicas e virtuais) poderão oferecer no máximo 10% de desconto em uma publicação durante o primeiro ano após o seu lançamento. Depois disso, caberia a cada loja decidir oferecer descontos superiores. Quem defende a ideia garante que ela deixa o mercado de livros mais saudável e equilibrado no Brasil, já quem é contrário acredita que ela fere o livre comércio.

Este tipo de prática é recorrente em outros países, como a França, que conta com uma lei semelhantes há 35 anos.

Leia mais em www.tecmundo.com.br

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Árvores são plantadas na Noruega para serem transformadas em livros no próximo século

A cada ano escritores de diferentes países são incentivados a enriquecerem a “Biblioteca do futuro”, um projeto que pretende imprimir os livros destes autores apenas no próximo século. O único elemento visível disso tudo são as árvores plantadas no Canadá para virarem estes livros.

Em 2114, quando cerca de mil árvores forem centenárias, esses abetos serão cortados e transformados no papel onde serão escritas as antologias que reunirão todos os escritores convidados a contribuir até a conclusão do projeto.

Leia mais sobre o projeto em www.g1.com.br

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Livros unem relatos de escritores que deram a volta ao mundo de bike

Há muitos adoradores de bicicleta pelo Brasil e o mundo e a experiência de viajar pelo mundo de bicicleta tem crescido e tem sido relatada em livros. Os números impressionam: são sempre projetos que duram pelo menos três anos, milhares de quilômetros e dezenas de países. A riqueza da experiência é tamanha, que o livro é quase uma consequência natural da façanha. A hospitalidade com o cicloturista pelo mundo aparece em todos os relatos, mas há também riscos e perigos.

Conheça os livros sobre estas experiências incríveis:

“Homem Livre”, lançado em 2015, de Danilo Perrotti Machado, um administrador de empresas mineiro que largou tudo e visitou 59 países, durante 3 anos, 3 meses e 3 dias, em cima de uma bicicleta. Em sua jornada, iniciada em 2008, Machado pedalou 50 mil km, visitou os cinco continentes e dezenas de locais considerados turísticos.

“No Guidão da Liberdade”, de Antonio Olinto Ferreira, lançado em 1998. Ainda jovem, o advogado decidiu largar tudo em 1993 para passar três anos e meio pedalando. Não é à toa que liberdade aparece no título de ambas as obras. Significam, cada uma a seu modo, a troca de um cotidiano burocrático por uma experiência profunda de autoconhecimento e, por isso, libertação.

“O Mundo ao Lado”, de Arthur Simões, lançado em 2011, com o relato da viagem a 37 países, totalizando 46 mil km pedalados.

“Caminhos — Volta ao Mundo de Bicicleta”, lançado em 2015, pelo mineiro Argus Saturnino. A obra narra sua viagem entre 2001 e 2005, por 28 países, nos cinco continentes, ao longo de 35 mil km.

Leia mais: https://novaescola.org.br/

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Leitura e escrita de diário pessoal na alfabetização: aprendizagem garantida

A vontade dos alunos de compartilhar suas experiências pode ser usada em prol da aprendizagem da escrita. Foto: Mara Mansani

A professora Mara Mansani compartilhou em seu blog a experiência positiva com seus alunos, ao propor a eles a confecção de um diário. O projeto desenvolveu significamente o desenvolvimento da leitura e escrita na continuidade do processo de alfabetização da turma.

Confira as etapas do Projeto:

1ª etapa: levantamento sobre o que conheciam sobre diários:

2ª etapa: apresentação e leitura de diários verídicos e ficcionais:

3ª etapa: levantamento das características comuns a todos os diários lidos:

4ª etapa: montagem do diário:

5ª etapa: escrita dos relatos pessoais nos diários:

6ª etapa: avaliação:

Leia mais: https://novaescola.org.br//

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Aplicativo Hanx Writer

Conheça o aplicaivo Hanx Writer, ele simula precisamente uma máquina de escrever, ideal para quem tem saudade ou gostaria de escrever usando a máquina. É também oferecida a opção de incorporar este tipo de teclado em qualquer app que sirva para escrever, como nas Notas, ou nas mensagens. Este serviço é pago mas para quem gosta é uma forma de personalizar o iPhone ou o iPad.

Leia mais: www.iclub.pt/

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Biografias aquecem mercado editorial

As biografias, do ponto de vista comercial, são um bom investimento, já que os brasileiros gostam deste tipo de livro. Com histórias polêmicas ou engraçadas, os livros captam espaço nas prateleiras e ajudam na formação de novos leitores.

Em 2015, decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) liberou a publicação de biografias sem autorização prévia pelas pessoas retratadas ou por seus familiares. Apenas casos de possíveis abusos cometidos pelos escritores - como histórias inventadas, conteúdo injurioso ou outro tipo de ofensa - poderão levar o biógrafo a sofrer medidas de reparação definidas pela justiça.

Para Carlos Andreazza, editor-executivo das editoras Record e José Olympio a “decisão histórica” do STF que fulminou a censura prévia não acaba com os riscos de publicar biografias. Os ministro decidiram que, no caso de pessoas com trajetória artística, pessoal ou profissional que tenha dimensão pública, é liberada a divulgação de escritos e imagens com finalidade biográfica. “Uma vez que a obra esteja distribuída ao mercado e, pois, acessível, aqueles que se sentirem prejudicados pelo conteúdo podem e devem recorrer à Justiça. Publicar biografias é seguro comercialmente, mas é também um ato de coragem editorial”. O editor, apesar de considerar legítimo publicar biografias autorizadas pelo personagem ou por sua família, continua preferindo trabalhar com os textos não autorizados.

Leia mais: www.opovo.com.br

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Luzes para livros

Para os apaixonados por leitura e que adoram ler antes de dormir, foi lançada o Book Light, uma tela de led integrada em um corpo de plástico, que fornece iluminação discreta, suficiente para atender a sua necessidade de leitura.

Fonte: maistecnologia

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Vargas Llosa indica os 9 livros que todo mundo deveria ler

Confira os 9 livros que todo mundo deveria ler um dia, indicados pelo escritor Mario Vargas Llosa:

1- Mrs. Dalloway, Virginia Woolf

Vargas Llosa diz sobre este livro que: “O embelezamento sistemático da vida graças a sua refração em sensibilidades deliciosas, capazes de sugar de todos os objetos e de todas as circunstâncias a beleza oculta que possuem, é o que dá ao mundo de Mrs. Dalloway a sua milagrosa originalidade”.

2- Lolita, Vladimir Nabokov

A respeito desta obra, o vencedor do Prêmio Nobel afirma: “Humbert Humbert conta esta história com as pausas, suspense, falsas pistas, ironias e ambiguidades de um narrador consumado na arte de reavivar a curiosidade do leitor a cada momento. Sua história é escandalosa mas não pornográfica, nem sequer erótica. Uma piada incessante das instituições, profissões e afazeres, desde a psicanálise – uma das bestas negras de Nabokov – até a educação e a família, permeiam o diálogo de Humbert Humbert”.

3- Coração das trevas, Joseph Conrad

Sobre esta obra, Vargas Llosa indica: “Poucas histórias conseguiram expressar de forma tão sintética e subjugante como esta o mal entendido nas conotações metafísicas individuais e nas suas projeções sociais”. O filme “Apocalipse Now” está baseado nesta maravilhosa obra da literatura universal.

4- Trópico de Câncer, Henry Miller

Foi um dos livros mais controversos de sua época e ainda hoje continua despertando fortes polêmicas. A seu respeito, Vargas Llosa comenta: “O narrador-personagem de Trópico de Câncer é a grande criação da novela, o êxito supremo de Miller como novelista.” “Esse “Henry” obsceno e narcisista, depreciativo do mundo, solícito apenas com seu falo e suas tripas, tem, frente a tudo, um verbo inconfundível, uma vitalidade rabelesiana para transmutar em arte o vulgar e o sujo, para espiritualizar com seu grande vozeirão poético as funções fisiológicas, a mesquinharia, o sórdido, para dar dignidade estética à grosseria”.

5- Auto de Fé, Elias Canetti

Esta obra, escrita por outro Prêmio Nobel, é uma das favoritas de Vargas Llosa: “Ao mesmo tempo que os demônios da sua sociedade e de sua época, Canetti se serviu também dos que habitavam somente a ele. Barroco emblema de um mundo a ponto de explodir, a sua novela é ainda assim uma fantasmagórica criação soberana na qual o artista funde suas fobias e apetites mais íntimos com os sobressaltos e crises que fissuram seu mundo”.

6- O Grande Gatsby, F. Scott. Fitzgerald

Sobre O Grande Gatsby, Vargas Llosa aponta: “A novela toda é um complexo labirinto de muitas portas e qualquer uma delas serve para entrar na sua intimidade. Quem abre esta confissão do autor de O Grande Gatsby se presta a uma história romântica, dessas que faziam chorar”.

7- Doutor Jivago, Boris Pasternak

Uma extensa obra até a qual, sem dúvida, muitos chegaram graças ao cinema. Um clássico de clássicos sobre o qual o Premio Nobel Peruano comenta: “Sem essa confusa história que os manipula, atordoa e finalmente despedaça, as vidas dos protagonistas não seriam o que são.”

Este é o tema central da novela, o que reaparece, vez trás outra, ao longo da sua tumultuada peripécia: o desamparo do indivíduo frente à história, sua fragilidade e impotência quando se vê preso no remoinho do “grande acontecimento”.

8- O Leopardo, Giuseppe Tomasi di Lampedusa

Vargas Llosa é contundente no seu comentário sobre esta obra: “Como em Lezama Lima, como em Alejo Carpentier, narradores barrocos que se assemelham porque também construíram uns mundos literários de beleza escultural, emancipados da corrosão temporal. Em ‘O Leopardo’ a varinha mágica executa aquela trapaça, mediante a qual a ficção adquire fisionomia própria, um tempo soberano diferente do cronológico, é a linguagem”.

9- Pontos de vista de um palhaço, Heinrich Böll

“‘Opiniões de um Palhaço’, sua novela mais célebre, é um bom testemunho dessa sensibilidade social escrupulosa maníaca. Trata-se de uma ficção ideológica, ou como diziam ainda na época em que apareceu (1963), ‘comprometida’. A história serve de pretexto para um julgamento religioso muito severo e moralista do catolicismo e da sociedade burguesa na Alemanha Ocidental do pós-guerra”, sentencia o afiado escritor.

[Imagem cortesia de dadevoti ao Portal Raízes. Texto original em espanhol de Edith Sánchez em A Mente é Maravilhosa.

Matéria original no link:

Fonte: notaerapia

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Escrever por imagens de voz

Seis pesquisadores da Universidade Tecnológica de Toyohashi, no Japão, criaram uma tecnologia que analisa as ondas cerebrais ativadas antes de cada sílaba, para as usar num processador de texto que permita "escrever por imagens de voz", sem falar e sem usar os dedos.

O próximo o desafio dos cientistas é a criação de um processador de texto ativado pelo pensamento, para aumentar a precisão do reconhecimento das sílabas e ultrapassar obstáculos como a variação nas ondas cerebrais de cada pessoa.

Fonte: www.dn.pt

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‘Como escrever bem’: manual de escrita jornalística e de não ficção

Com tradução do escritor Bernardo Ajzenberg, o manual de escrita jornalística e de não ficção do americano William Zinsser é lançado no Brasil.

Segundo Zinsser “Somos uma sociedade sufocada por palavras desnecessárias, construções circulares, afetações pomposas e jargões sem nenhum sentido”.

Um dos trechos de seu livro ele escreve: “Quem consegue entender o linguajar cifrado usado pelo comércio americano no dia a dia, ou seja, um memorando, um relatório empresarial, uma carta de negócios, um comunicado de banco que explique o seu mais recente e “simplificado” balanço? Qual usuário de um seguro ou de um plano de saúde consegue decifrar o livreto que explica todos os seus custos e benefícios? Que pai ou mãe consegue montar um brinquedo para uma criança com base nas instruções que vêm junto com a embalagem?”

Confira mais trechos do livro divulgados pelo jornal “Nexo”

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Escrever por telepatia? Facebook diz que vai acontecer

Em abril, durante a Conferência do facebook, Regina Dugan, chefe do departamento de inovação do Facebook, subiu ao palco e deu uma conferência que pode ser descrita como "surpreendente" ou "revolucionária". Dugan explicou o próximo passo da gigante de comunicações: desenvolver uma tecnologia que permita, em vez de termos de escrever um email com recurso a um teclado, simplesmente pensá-lo e vê-lo surgir no papel.

O objetivo da equipe composta por 60 pessoas é desenvolver uma tecnologia que permita ler os nossos pensamentos, no formato de ondas cerebrais. Nessa equipe, incluem-se peritos em máquinas de aprendizagem e neuroprostéticos, que têm como finalidade criar um sistema capaz de escrever 100 palavras por minuto apenas com o poder do cérebro.

Como se isto não bastasse, o Facebook quer ainda criar um interface cérebro-computador, que permitiria a pessoa pensar no texto, sem precisar escrever, mas também fazer com que ela não preciso ler o texto, mas sim senti-lo no corpo, por exemplo. Codificando uma série de palavras básicas e transformando-as em vibrações, seria possível, sentir as palavras no antebraço. Mais tarde, ainda noutro patamar, seria possível "pensar em Mandarim e sentir a resposta diretamente em espanhol", ou seja, com tradução simultânea.

Fonte: Expresso Sapo

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Vigilante analfabeto escreve livros e compõe músicas em Nova Serrana

Valdivino conta com ajuda da filha para escrever livros (Foto: Tô Indo/Reprodução)

Com ajuda de sua filha, Valdivino Soares Barbosa já publicou dois livros e compôs 800 músicas. Sarah conta que não serve apenas de auxílio ao pai que não tem condições de escrever, ela é também a maior incentivadora. “No começo não levei muito a sério, confesso. Mas, ele começou a falar muito sobre isso e então comecei a copiar no caderno o que ele queria, porque na época não tinha ainda o computador. Eu saía de casa e ia até um vizinho pra poder digitar no computador”, contou.

O computador foi comprado depois da publicação do primeiro livro e tudo ficou mais fácil.Segundo Valdivino, “A sabedoria não está em grandes letrados, a sabedoria está dentro de cada um de nós”.

Fonte: G1

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7 escritores e seus livros favoritos

(FOTO: REPRODUÇÃO/ FLICKR/ CREATIVE COMMONS)

Hemingway, George R. R. Martin, J. K. Rowling e outros grandes autores revelam as obras que mais gostam, confira as dicas de cada um deles, retirada de antigas entrevistas:

Ernest Hemingway

Hemingway disse uma vez que “não existe amigo mais leal do que um livro”. Em matéria publicada pela revista Esquire, em 1935, o autor de Paris é uma Festa citou uma lista com alguns dos seus “melhores amigos”, que incluem Anna Karenina, A Rainha Margot, As Aventuras de Huckleberry Finn, Guerra e Paz, Madame Bovary, O Morro dos Ventos Uivantes, Os Buddenbrooks e Os Irmãos Karamazov.

F. Scott Fitzgerald

Pouco antes de ter se suicidado, Fitzgerald anotou uma lista com 22 livros que considerava indispensáveis. Entre eles incluiu A Revolta dos Anjos, de Anatole France, Casa de Bonecas, peça teatral do norueguês Henrik Ibsen, e Guerra e Paz, de Liev Tolstói.

George R. R. Martin

Os fãs de Game of Thrones já devem ter ouvido falar que um dos livros que George Martin mais admira foi escrito por Tolkien. O autor declarou que leu O Senhor dos Anéis pela primeira vez na escola e ainda “é um livro que admira profundamente”.

Além desse, Martin disse ter encontrado inspiração em um livro mais recente: “Não vou me esquecer tão cedo de Estação Onze” O livro de ficção científica foi publicado por Emily St. John Mandel e envolve a história de um grupo de atores vivendo em uma sociedade pós-apocalíptica. “É um romance melancólico, mas lindamente escrito”, completou o escritor.

Jane Austen

A autora de clássicos como Emma e Orgulho e Preconceito foi uma leitora frequente de poesia e peças de teatro, incluindo The Corsair, um conto de Lord Byron, e The Mysteries of Udolpho, de Anne Radcliffe (ambos sem edição em português). Seu favorito, no entanto, era o livro publicado em 1753 por Samuel Richardson, A História de Sir Charles Grandison.

J. K. Rowling

Para a criadora da saga Harry Potter, sua escolha como livro favorito é um clássico: Emma, de Jane Austen. “Você é levado pela história, atraído até o final e sabe que acompanhou algo magnífico em ação”, definiu Rowling. “Mas não conseguimos ver a pirotecnia, não há nada berrante ou chamativo demais.”

R. L. Stine

Para o criador da série de terror Goosebumps, o livro Licor de Dente-de-Leão, de Ray Bradbury, é um de seus favoritos. Stine disse, em matéria do jornal The Washington Post, que a obra é “um dos livros mais subestimados de todos” e um dos poucos que alcançaram a bela sensação de nostalgia em uma narrativa.

Vladimir Nabokov

Durante entrevista com um canal de televisão francês, o autor de Lolita compartilhou sua lista de títulos que considerava ótima literatura: Ulisses, de James Joyce; A Metamorfose, de Franz Kafka; Petersburg, de Andrei Bely (sem edição no Brasil) e “a primeira parte dos contos de fadas de Proust, Em Busca do Tempo Perdido".

Fonte: Revista Galileu.

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Ex-Chefe do Tráfico Da Rocinha Trocou As Drogas Pela Literatura

Raquel Oliveira, Ex-Chefe do Tráfico da Rocinha começou a escrever estimulada por uma terapeuta de um grupo de autoajuda que usa a literatura no tratamento, segundo ela escrever esse romance foi muito difícil: “Chegar até as 10 primeiras páginas foi muito sofrido”.

O talento de Raquel de Oliveira foi revelado na Festa Literária das UPPs, a Flupp, criada em 2012 pelos amigos Ecio Salles e Julio Ludemir como inciativa cultural para as Unidades de Polícia Pacificadora. Foi Ludemir quem ajudou a autora quando ela teve uma recaída durante o processo de criação de A Número Um.

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Este mapa incrível mostra os clássicos da literatura mundial

(FOTO: REPRODUÇÃO/REDDIT)

Qual é a principal obra literária de cada país? O usuário Backfoward24, do Reddit, tentou responder a essa pergunta de forma criativa: criando um mapa-múndi no qual cada parte do mundo é representada por um livro clássico ali produzido.

O bacana do projeto de Backfoward24 é a possibilidade de conhecer novos títulos e autores de diferentes partes do mundo. Confira — e veja a imagem em alta resolução aqui.

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Antonio Gramsci tem obra revisitada em livros 80 anos após sua morte

O pensador e líder comunista italiano Antonio Gramsci - Reprodução

Desde a década de 1990, ganharam força as pesquisas que buscam reconstituir a produção de Gramsci à luz da filologia histórica. Seguindo essa linha, a partir de 2007 começou a ser editada na Itália a “Edição nacional dos escritos de Antonio Gramsci”, sob responsabilidade da Fundação Instituto Gramsci, com objetivo de estabelecer a versão definitiva de todos os seus manuscritos. Esse trabalho vem dando novo impulso aos estudos da obra do pensador italiano.

Recém-lançados no Brasil: o ambicioso “Dicionário gramsciano”, organizado por Guido Liguori e Pasquale Voza, e “Modernidades alternativas: o século XX de Antonio Gramsci”, de Giuseppe Vacca, ex-diretor do Instituto Gramsci. — A “Edição nacional” é a primeira edição crítica integral dos escritos de Gramsci tratados com critérios exclusivamente filológicos e segundo o método histórico, sem sugerir nenhuma interpretação e restituindo textos e contextos de sua obra a seu tempo, como é obrigatório para um clássico do pensamento — afirma Vacca, que no seu “Modernidades alternativas” analisa alguns dos principais conceitos de Gramsci.

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Paquistanesa de 13 anos cria projeto para ler um livro de cada país

AISHA ARIF ESBHANI (FOTO: REPRODUÇÃO FACEBOOK)

AISHA ARIF ESBHANI, inspirada por Ann Morgan, se desafiou ler uma obra de cada país do mundo para conhecer autores e culturas diferentes, já que a maioria de seus livros vinham dos Estados Unidos ou do Reino Unido. Diferente de Ann, Aisha não estipulou um tempo limite para o desafio.

Sua indicação para o público brasileiro é um livro do Paquistão: The Wandering Falcon (O falcão errante, em tradução livre), de Jamil Ahmad.

Para Aisha completar o desafio ainda faltam 117 livros. "Sei que esse é um número muito alto, mas estou determinada a alcançar minha meta”, conclui a paquistanesa.

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Prêmio Jabuti 2017 terá categorias para histórias em quadrinhos e livros brasileiros publicados no exterior

Troféus distribuídos pelo Prêmio Jabuti, que anunciou duas novas categorias em 2017 (Foto: Divulgação)

As inscrições para o Prêmio Jabuti, em 2017, terá duas novas categorias, História em Quadrinhos e Livro Brasileiro Publicado no Exterior, passando a ter 29 categorias ao todo.

As inscrições para o prêmio iniciam em 18 de maio.

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Mala do Livro estimula o hábito da leitura na comunidade

Na varanda de casa, em Sobradinho, Marluce da Silva Franco, de 58 anos, hospeda um dos pontos da Mala do Livro, incentivando a leitura na vizinhança. Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília

Marluce da Silva Franco, de 58 anos, agente de leitura desde 1994, em Sobradinho, transformou a varanda de sua casa, onde fica a Mala de Livros, em uma mini biblioteca, onde várias crianças da guarda mirim local a escutam contar histórias de Alice no País das Maravilhas. Para muitas delas, é a primeira vez que passam por essa experiência.

As bibliotecas domiciliares da Mala do Livro ficam nas residências dos agentes de leitura, que emprestam livros cedidos pela Secretaria de Cultura. Os empréstimos podem durar sete dias e ser renovados, caso outras pessoas não tenham feito reserva.Qualquer pessoa que tenha interesse em receber uma caixa-estante pode ser um agente de leitura. Para isso, basta preencher uma ficha de inscrição na Gerência da Mala do Livro, na Secretaria de Cultura.

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O dialeto português chamado cristang

Existe um dialeto português com mais de 500 anos em Malaca, na Malásia, legado deixado pelos antepassados portugueses, do tempo dos descobrimentos. O dialeto considerado um criolo de base portuguesa, deriva do português, do malaio e tem elementos do chinês, como o mandarim e o hokkien (um dialeto asiático). “Cristang” significa nessa mesma língua: cristão.

A língua mantém surpreendentes semelhanças culturais e linguísticas com o português atual, especialmente da região do Minho. Apelidos usuais como Monteiro ou Fernandes revelam a origem portuguesa e há mais de 300 palavras que relembram as nossas que permanecem na língua malaia: sekolah (escola); bendera (bandeira); mentega (manteiga); keju (queijo) ou meja (mesa).

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Livro de Machado de Assis está entre os favoritos de Woody Allen

Woody Allen escreveu para o jornal britânico "The Guardian” sobre os seus cinco livros prediletos e "Memórias Póstumas de Brás Cubas", aparece entre eles.

Allen disse que ficou surpreso como o livro é encantador e divertido. "Eu não pude acreditar que ele [Machado de Assis] viveu há tanto tempo. Você pode pensar que ele escreveu o livro ontem. É tão moderno e tão divertido. É uma obra de trabalho muito, muito original. Tocou um sino em mim assim como `O Apanhador no Campo de Centeio`. Foi tratado com grande inteligência, originalidade e sem sentimentalismo."

Fonte: Jornal Cruzeiro

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Menina de nove anos cria projeto para incentivar a leitura

Edlaine Garcia conheceu o projeto "Alyssa E A Magia Da Leitura" (Foto: reprodução EPTV)

Alyssa Tomiyama, 9 anos, apaixonada por livros resolveu criar um projeto nas redes sociais chamado “Alyssa E A Magia Da Leitura” para contar as histórias dos livros que leu, através de vídeos. O projeto cresceu e atravessou a interatividade apenas da internet, Alyssa criou o ‘BookTour’ – um livro viajante, que vai de mão em mão e já passou por vários lugares do Brasil, assim explica a estudante que também promove alguns encontros com escritores.

Assista ao vídeo e conhece o projeto da Alyssa, que vem despertando a vontade da leitura nas pessoas, clique aqui

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Professor Luiz Armando Bagolin é o novo curador do Prêmio Jabuti

Professor do IEB e ex-diretor da Biblioteca Mário de Andrade, Bagolin fará renovações no Prêmio Jabuti – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens

Luiz Armando Bagolin, professor do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP e ex-diretor da Biblioteca Mário de Andrade, foi confirmado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) como novo curador do Prêmio Jabuti.

O professor adianta que neste ano haverá algumas alterações, mas que a renovação completa se dará apenas em 2018, ano em que o prêmio chega à 60ª edição. A intenção da CBL, segundo declaração do presidente da instituição Luís Antonio Torelli em seu site, é que o Jabuti acompanhe as constantes transformações do mercado literário e editorial.

Leia mais: Jornal da USP

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Wikipedia e Google unem-se para desintoxicar a Internet de insultos

A Wikipédia e a Alphabet, a empresa-mãe do Google, uniram-se na missão de desintoxicar a Internet de comentários ofensivos. O objetivo é criar um algoritmo dotado de inteligência artificial, que consiga moderar grandes comunidades na Internet com a mesma subtileza e precisão que um ser humano.

A primeira parte do projeto de investigação, chamado DeTox, foi divulgada nesta terça-feira: trata-se de uma lista de 13.500 comentários ofensivos, obtida através da análise manual de 115 mil mensagens publicadas nas páginas de discussão da Wikipédia, onde os editores do site devem discutir como melhorar os artigos e páginas publicados.

Os resultados da investigação do projecto DeTox foram apresentados na 26ª conferência World Wide Web, que tem lugar em Perth, na Austrália entre os dias 3 e 7 de Abril.

Fonte: Publico.pto

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Teclado moderno imita antigas máquinas de escrever; conheça

Teclado moderno imita antigas máquinas de escrever (Divulgação/Lofree)

Que tal ter um teclado que imita as antigas máquinas de escrever? Essa é a ideia do Lofree, um teclado mecânico portátil que funciona com ou sem fios em diversos dispositivos e plataformas. O Lofree funciona nos principais sistemas operacionais: Android, iOS (iPhone 7 e macs) e Windows. A fabricante garante ainda que é possível conectar três dispositivos a ele ao mesmo tempo, além de poder ser usado com ou sem cabos.

Por enquanto, o Lofree ainda não está a venda e não há nenhum preço estipulado. Entretanto, é possível se cadastrar no site www.lofree.com para ser avisado sobre quando o teclado estará disponível.

via Lofree e TC

Fonte: Techtudo

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4 motivos científicos para começar a escrever mais

A prática da escrita pode melhorar sua saúde mental e física

(FOTO: REPRODUÇÃO/TUMBLR/PSYCHICDISCO)

Conheça cinco estudos que mostram os diferentes efeitos da prática da escrita:

1 - Escrever pode literalmente te curar

Em pesquisa conduzida pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, um grupo de pessoas entre os 64 e 97 anos escreveu sobre seus problemas pessoasi durante três dias seguidos. Duas semanas depois, uma biópsia foi feita em seus braços e um acompanhamento foi feito durante 21 dias: 76% daqueles que escreveram sobre seus sentimentos já haviam se curado totalmente no 11º dia, em comparação com apenas 42% do grupo que não fez nada. Os pesquisadores acreditam que a prática ajuda a acalmar o indíviduo, reduzindo os hormônios ligados ao estresse no corpo, melhorando o sistema imunológico.

2 - Escrever ajuda você a lidar melhor com seus problemas

Um estudo que acompanhou engenheiros em situação de desemprego mostrou que aqueles que escreviam sobre as dores do fracasso conseguiram achar um novo trabalho mais rapidamente. Após oito meses, em torno de 48% deles já estavam empregados em comparação com apenas 19% dos que não tinham esse hábito. Segundo a pesquisa, os profissionais relataram sentir menos raiva em relação ao chefe antigo, além de beberem muito menos.

3 - Usar sua letra cursiva te ajuda a reter melhor a informação

Em um experimento realizado na Noruega, um grupo de adultos precisou aprender um novo alfabeto. Aqueles que aprenderam a nova língua a partir de escrita manual se saíram muito melhor do que aqueles que utilizaram um teclado. Os especialistas acreditam que isso acontece por causa do tempo e esforço dispensados na escrita manual, o que facilita a fixação da memória.

4 - Fazer uma lista de coisas pelas quais você é grato pode melhorar sua qualidade de vida

Cinco frases simples, uma vez por semana. Essa é a receita para dormir melhor, ser mais otimista, ter menos problemas de saúde e até mesmo ter mais vontade de fazer exercícios físicos. É o que indica um estudo na Universidade da California. Os resultados não foram só observados pelos participantes, mas também por suas esposas e maridos, que notaram grande melhora na qualidade de vida dos parceiros.

Fonte: revista Galileu

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