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Notícias sobre leitura

Professor Luiz Armando Bagolin é o novo curador do Prêmio Jabuti

Professor do IEB e ex-diretor da Biblioteca Mário de Andrade, Bagolin fará renovações no Prêmio Jabuti – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens

Luiz Armando Bagolin, professor do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP e ex-diretor da Biblioteca Mário de Andrade, foi confirmado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) como novo curador do Prêmio Jabuti.

O professor adianta que neste ano haverá algumas alterações, mas que a renovação completa se dará apenas em 2018, ano em que o prêmio chega à 60ª edição. A intenção da CBL, segundo declaração do presidente da instituição Luís Antonio Torelli em seu site, é que o Jabuti acompanhe as constantes transformações do mercado literário e editorial.

Leia mais: Jornal da USP

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Wikipedia e Google unem-se para desintoxicar a Internet de insultos

A Wikipédia e a Alphabet, a empresa-mãe do Google, uniram-se na missão de desintoxicar a Internet de comentários ofensivos. O objetivo é criar um algoritmo dotado de inteligência artificial, que consiga moderar grandes comunidades na Internet com a mesma subtileza e precisão que um ser humano.

A primeira parte do projeto de investigação, chamado DeTox, foi divulgada nesta terça-feira: trata-se de uma lista de 13.500 comentários ofensivos, obtida através da análise manual de 115 mil mensagens publicadas nas páginas de discussão da Wikipédia, onde os editores do site devem discutir como melhorar os artigos e páginas publicados.

Os resultados da investigação do projecto DeTox foram apresentados na 26ª conferência World Wide Web, que tem lugar em Perth, na Austrália entre os dias 3 e 7 de Abril.

Fonte: Publico.pto

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Teclado moderno imita antigas máquinas de escrever; conheça

Teclado moderno imita antigas máquinas de escrever (Divulgação/Lofree)

Que tal ter um teclado que imita as antigas máquinas de escrever? Essa é a ideia do Lofree, um teclado mecânico portátil que funciona com ou sem fios em diversos dispositivos e plataformas. O Lofree funciona nos principais sistemas operacionais: Android, iOS (iPhone 7 e macs) e Windows. A fabricante garante ainda que é possível conectar três dispositivos a ele ao mesmo tempo, além de poder ser usado com ou sem cabos.

Por enquanto, o Lofree ainda não está a venda e não há nenhum preço estipulado. Entretanto, é possível se cadastrar no site www.lofree.com para ser avisado sobre quando o teclado estará disponível.

via Lofree e TC

Fonte: Techtudo

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4 motivos científicos para começar a escrever mais

A prática da escrita pode melhorar sua saúde mental e física

(FOTO: REPRODUÇÃO/TUMBLR/PSYCHICDISCO)

Conheça cinco estudos que mostram os diferentes efeitos da prática da escrita:

1 - Escrever pode literalmente te curar

Em pesquisa conduzida pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, um grupo de pessoas entre os 64 e 97 anos escreveu sobre seus problemas pessoasi durante três dias seguidos. Duas semanas depois, uma biópsia foi feita em seus braços e um acompanhamento foi feito durante 21 dias: 76% daqueles que escreveram sobre seus sentimentos já haviam se curado totalmente no 11º dia, em comparação com apenas 42% do grupo que não fez nada. Os pesquisadores acreditam que a prática ajuda a acalmar o indíviduo, reduzindo os hormônios ligados ao estresse no corpo, melhorando o sistema imunológico.

2 - Escrever ajuda você a lidar melhor com seus problemas

Um estudo que acompanhou engenheiros em situação de desemprego mostrou que aqueles que escreviam sobre as dores do fracasso conseguiram achar um novo trabalho mais rapidamente. Após oito meses, em torno de 48% deles já estavam empregados em comparação com apenas 19% dos que não tinham esse hábito. Segundo a pesquisa, os profissionais relataram sentir menos raiva em relação ao chefe antigo, além de beberem muito menos.

3 - Usar sua letra cursiva te ajuda a reter melhor a informação

Em um experimento realizado na Noruega, um grupo de adultos precisou aprender um novo alfabeto. Aqueles que aprenderam a nova língua a partir de escrita manual se saíram muito melhor do que aqueles que utilizaram um teclado. Os especialistas acreditam que isso acontece por causa do tempo e esforço dispensados na escrita manual, o que facilita a fixação da memória.

4 - Fazer uma lista de coisas pelas quais você é grato pode melhorar sua qualidade de vida

Cinco frases simples, uma vez por semana. Essa é a receita para dormir melhor, ser mais otimista, ter menos problemas de saúde e até mesmo ter mais vontade de fazer exercícios físicos. É o que indica um estudo na Universidade da California. Os resultados não foram só observados pelos participantes, mas também por suas esposas e maridos, que notaram grande melhora na qualidade de vida dos parceiros.

Fonte: revista Galileu

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Caneta, papel e WhatsApp

Olha o torpedo: durante essa experiência, mandei menos de um terço do número de mensagens que mandaria normalmente (foto: Julia Rodrigues/Editora Globo)

Será que você conseguiria não enviar mensagens no whatsapp utilizando o teclado?

Foi o que a designer americana Cristina Vanko fez, interessada em exercitar sua caligrafia, propôs a ela mesma o desafio de não enviar mensagens utilizando o teclado do celular durante uma semana.

Durante a experiência, Cristina enviou cem mensagens, número bem inferior à média de 500 textos trocados a cada semana por jovens americanos de 18 a 24 anos. “Esse projeto me ajudou a perceber como somos dependentes desse tipo fácil e rápido de comunicação”, ela conta. Minha média de mensagens também recuou bastante durante os cinco dias de abstinência: foram só 32, contra mais de cem que enviaria normalmente. E foi fácil perceber a diferença entre digitar um texto e escrevê-lo de próprio punho: a impossibilidade de corrigir as falhas instantaneamente nos obriga a pensar nas palavras com mais cuidado e acabamos nos expressando melhor.

Escrever de próprio punho produz estímulos cerebrais mais intensos

Na pesquisa conduzida pela psicóloga Karin James, as crianças que desenharam de modo livre exibiram um aumento de atividade cerebral em três áreas intimamente relacionadas ao processo de cognição de escrita e leitura.

Fonte: Leia mais, na revista Galileu

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60 erros de português mais comuns no mundo dos negócios

A comunicação profissional está infestada de erros de ortografia, sintaxe, regência, pontuação e conjugação verbal. Veja os 60 tropeços mais comuns

1. “São suficientes” / “É suficiente”

Erro: Cento e cinquenta dólares são suficientes para as diárias no exterior.

Forma correta: Cento e cinquenta dólares é suficiente para as diárias no exterior.

Explicação: O verbo ser é invariável quando indicar quantidade, peso, medida ou preço.

2. “Em vez de” / “Ao invés de”

Erro: Ao invés de mandar um e-mail, resolvi telefonar.

Forma correta: Em vez de mandar um e-mail, resolvi telefonar.

Explicação: “Em vez de” é usado como substituição, enquanto a expressão “ao invés de” é usada como oposição.

3. “A nível de” / “Em nível de”

Erro: A nível de proposta, o assunto deve ser mais discutido”

Forma correta: Em relação à proposta, o assunto deve ser mais discutido.

Explicação: A expressão “a nível de” só está correta quando significar “à mesma altura”. “Hoje, Santos acordou ao nível do mar”. Também podemos usar a expressão “em nível” sempre que houver “níveis”: “Esse problema só pode ser resolvido em nível de diretoria”.

4. “A meu ver” / “Ao meu ver”

Erro: “Ao meu ver, o evento foi um sucesso”.

Forma correta: “ A meu ver, o evento foi um sucesso”.

Explicação: Não se deve usar artigo nessas expressões, em que o substantivo ver significa “opinião, juízo”: a meu ver, a seu ver, a nosso ver. Também não se usa artigo em estar a par: Estavam todos a par (e não ao par) dos últimos acontecimentos.

5. “Maiores informações” / “Mais informações”

Erro: Para maiores informações, entre em contato com a Central de Atendimento.

Forma correta: Para mais informações, entre em contato com a Central de Atendimento.

Explicação: “Maior” é comparativo, portanto não se aplica a esse caso.

6. “A” / “há”

Erro: Trabalho nesta empresa a dez anos.

Forma correta: Trabalho nesta empresa há dez anos.

Explicação: Para indicar tempo passado, usa-se “há”. O “a”, como expressão de tempo, é usado para indicar futuro ou distância. (A empresa fica a dez minutos do centro.)

7. “Acerca de” / “a cerca de”

Erro: Na reunião, discutiu-se a cerca de corte de gastos.

Forma correta: Na reunião, discutiu-se acerca de corte de gastos.

Explicação: “Acerca de” significa a respeito de. A cerca de indica aproximação. (Ex: A empresa fica a cerca de 5 km daqui.)

8. “Meio-dia e meio” / “Meio-dia e meia”

Erro: A reunião começará ao meio-dia e meio.

Forma correta: A reunião começará ao meio-dia e meia.

Explicação: Devemos utilizar a expressão meio-dia e meia sempre que quisermos referir a décima segunda hora do dia mais trinta minutos, ou seja, o meio-dia mais meia hora.

9. “Supérfluo” / “supérfulo”

Erro: Os gastos naquele setor foram supérfulos.

Forma correta: Os gastos naquele setor foram supérfluos.

Explicação: Supérfluo significa demais, desnecessário. Embora seja uma palavra que muitas vezes ouvimos, “supérfulo” não existe.

10. “Em mãos” / “em mão”

Erro: O motorista entregou a carta em mãos.

Forma correta: O motorista entregou a carta em mão.

Explicação: A segunda opção sempre foi considerada a correta, porém, atualmente, as duas formas são aceitas por alguns dicionários.

11. “Segmento” / “Seguimento”

Erro: O seguimento de mercado mostrou-se propício a investimentos.

Forma correta: O segmento de mercado mostrou-se propício a investimentos.

Explicação: Segmento é sinônimo de seção, parte. Seguimento é o ato de seguir. (Ex: O projeto de implantação da ciclovia não teve seguimento.)

12. “Por hora” / “Por ora”

Erro: O diretor afirmou que, por hora, não poderia responder.

Forma correta: O diretor afirmou que, por ora, não poderia responder.

Explicação: A expressão “por hora” refere-se a tempo. “Por ora” expressa o sentido de “por enquanto”.

13. “Meu óculos” / “meus óculos”

Erro: Ele havia esquecido seu óculos no restaurante.

Forma correta: Ele havia esquecido seus óculos no restaurante.

Explicação: As palavras ligadas ao substantivo “óculos” devem ser flexionadas para o plural.

14. “Onde” / “Em que”

Erro: Participei da reunião onde foram tomadas várias decisões sobre os benefícios dos trabalhadores.

Forma correta: Participei da reunião em que (ou na qual) foram tomadas várias decisões sobre os benefícios dos trabalhadores.

Explicação: A palavra onde é um advérbio de lugar e, portanto, só deve ser usada referindo-se a lugar. Em outros sentidos, utilize a expressão em que ou no/a qual.

15. “É proibido” / “É proibida”

Erro: É proibido a entrada de pessoas não autorizadas.

Forma correta: É proibida a entrada de pessoas não autorizadas. ou É proibido entrada de pessoas não autorizadas.

Explicação: Deve-se fazer a concordância somente quando o substantivo estiver acompanhado, por exemplo, de artigo, pronome demonstrativo, pronome possessivo.

16. “A prazo” / “À prazo”

Erro: Os produtos podem ser comprados à vista ou à prazo.

Forma correta: Os produtos podem ser comprados à vista ou a prazo.

Explicação: Não existe crase antes de palavra masculina. Portanto, deve-se escrever: a prazo, a pé, a cavalo, a bordo.

17. “Vem” / “veem”

Erro: Os gerentes vem ao setor todos os dias e vêem o desempenho dos colaboradores.

Forma correta: Os gerentes vêm ao setor todos os dias e veem o desempenho dos colaboradores.

Explicação: Vem corresponde ao verbo VIR e recebe acento na 3ª pessoa do plural do presente do Indicativo. Veem corresponde ao verbo VER e, segundo o Novo Acordo Ortográfico, não recebe mais acento na 3ª pessoa do plural do presente do Indicativo.

18. “Anexo” / “Anexa” / “Em anexo”

Erro: Encaminho anexo os documentos solicitados.

Forma correta: Encaminho anexos os documentos solicitados.

Explicação: Anexo é adjetivo e deve concordar em gênero e número com o substantivo a que se refere. Ex: Segue anexa a carta de apresentação. Obs: Muitos gramáticos condenam a locução “em anexo”; portanto, dê preferência à forma sem a preposição.

19. “Eminente” / “Iminente”

Erro: Pedro é uma figura iminente na empresa.

Forma correta: Pedro é uma figura eminente na empresa.

Explicação: Eminente quer dizer notável. Iminente significa prestes a acontecer.

20. “Seção” / “Sessão” / Cessão

Erro: A seção dos direitos autorais desta obra criou polêmica.

Forma correta: A cessão dos direitos autorais desta obra criou polêmica.

Explicação: Seção significa divisão de repartições públicas, parte de um todo, departamento. Sessão significa espaço de tempo de uma reunião deliberativa ou de um espetáculo. Cessão refere-se ao ato de ceder.

21. “Aspirar” / “Aspirar a”

Erro: Ele aspira o cargo de gerente nesta empresa.

Forma correta: Ele aspira ao cargo de gerente nesta empresa.

Explicação: O verbo aspirar no sentido de sorver não admite preposição em sua regência. Aspirar, no sentido de almejar, exige a preposição a.

22. “Online” ou “on-line”

Erro: Haverá um treinamento online para os colaboradores.

Forma correta: Haverá um treinamento on-line para os colaboradores.

Explicação: O “VOLP” – Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa – registra “on-line” com hífen.

23. “Curriculum” / Curriculo”

Erro: Os candidatos deverão entregar o curriculo no RH.

Forma correta: Os candidatos deverão entregar o curriculum (ou currículo) no RH.

Explicação: Curriculum vitae é uma expressão latina, mas já foi aportuguesada: currículo. Ambas formas estão corretas: curriculum vitae ou currículo (com acento).

24. “Porque” / “Por que”

Erro: Ninguém soube porque o diretor cancelou a reunião.

Forma correta: Ninguém soube por que o diretor cancelou a reunião.

Explicação: Porque é conjunção e tem a função de unir duas orações coordenadas. Por que é usado em frases interrogativas e, também, aparece nos casos em que puder ser substituído por “pelo qual” ou “por qual razão”.

25. “Este” / “Esse” / “Aquele”

Erro: Na reunião, serão discutidos esses itens a seguir:

Forma correta: Na reunião, serão discutidos estes itens a seguir:

Explicação: Observe a regra: “Estes itens.” (Você ainda irá citar); “Esses itens.” (Você já citou).

26. “Exceção” / “Excessão”

Erro: Para toda regra, há uma excessão.

Forma correta: Para toda regra, há uma exceção.

Explicação: O correto é exceção. Cuidado para não confundir com excesso.

27. “10 a 20 de março” / “10 à 20 de março”

Erro: O curso será de 10 à 20 de março.

Forma correta: O curso será de 10 a 20 de março.

Explicação: Observe que não há artigo combinado com a preposição de; portanto, também não haverá artigo no passo seguinte, estando correto “de tal dia a tal dia”, sem crase.

28. Crase na indicação de páginas

Erro: Os advogados fizeram a leitura da página 5 a 15 do acordo trabalhista.

Forma correta: Os advogados fizeram a leitura da página 5 à 15 do acordo trabalhista.

Explicação: A palavra “página” está implícita após o “à”, o que justifica o acento grave, que indica que há crase (fusão de “a” preposição + “a” artigo feminino.

29. “1,5 milhão” / “1,5 milhões”

Erro: Em 2016, foram gastos no país 1,5 milhões de cartuchos de impressora.

Forma correta: Em 2016, foram gastos no país 1,5 milhão de cartuchos de impressora.

Explicação: A unidade “milhão” só é flexionada para o plural a partir do segundo milhão, ou seja, 2 milhões. Portanto, deve-se observar o número que antecede a vírgula e lembrar que numerais como “milhão”, “bilhão” e “trilhão” devem concordar com esse número.

30. “A todos” / “À todos”

Erro: Bom dia à todos.

Forma correta: Bom dia a todos.

Explicação: Não há crase antes de pronomes indefinidos (muitos, poucos, nenhuma, todos, pouca, alguma).

31. “A partir” / “À partir”

Erro: À partir da próxima semana, não será permitida a entrada sem o crachá de identificação.

Forma correta: A partir da próxima semana, não será permitida a entrada sem o crachá de identificação.

Explicação: Não há crase antes de verbo.

32. “Obrigado” / “Obrigada”

Erro: Obrigado pela ajuda – disse Clara.

Forma correta: Obrigada pela ajuda – disse Clara.

Explicação: “Obrigado” é variável e concorda com a pessoa que fala. A mulher diz “obrigada”. O homem, “obrigado”.

33. “Pagou o engenheiro” / “Pagou ao engenheiro”

Erro: Ao término da obra, a empresa pagou o engenheiro.

Forma correta: Ao término da obra, a empresa pagou ao engenheiro.

Explicação: O verbo “pagar” exige dois complementos – um deles acompanhado de preposição (pessoa) e o outro sem preposição (coisa). Assim: Paguei (o serviço) ao engenheiro.

34. “Houve” / “houveram”

Erro: Houveram dois problemas.

Forma correta: Houve dois problemas.

Explicação: O verbo “haver” no sentido de existir não tem sujeito, por isso fica sempre na terceira pessoa do singular. “Há dez problemas”, “houve dez problemas”. Vale a mesma regra quando os verbos “haver” e “fazer” indicam tempo: “Faz dois anos que nos encontramos”.

35. “Deve haver” / “Devem haver”

Erro: Devem haver muitas pessoas naquele auditório.

Forma correta: Deve haver muitas pessoas naquele auditório.

Explicação: O verbo haver, no sentido de existir, é impessoal, ou seja, só é usado no singular. Quando acompanhado de um verbo auxiliar, no caso, “deve”, este também se torna impessoal.

36. “Em baixo” / “Embaixo”

Erro: O documento caiu em baixo do móvel.

Forma correta: O documento caiu embaixo do móvel.

Explicação: Embaixo é advérbio de lugar. Em baixo é adjetivo. (Ex: Falavam em baixo tom.)

37. “Voo” / “Vôo”

Erro: Aquelas pessoas quase perderam o vôo.

Forma correta: Aquelas pessoas quase perderam o voo.

Explicação: O Acordo Ortográfico eliminou o acento circunflexo no primeiro “o” do hiato final “oo”. Assim: voo, zoo, perdoo, abençoo etc.

38. “Estender” / “Extender”

Erro: A reunião se extendeu além do tempo previsto.

Forma correta: A reunião se estendeu além do tempo previsto.

Explicação: O correto é estender, que significa prolongar, alongar, alargar. Extender não existe.

39. “Há dois anos” / “Há dois anos atrás”

Erro: Há dois anos atrás, o contrato foi assinado.

Forma correta: Há dois anos, o contrato foi assinado.

Explicação: É redundante dizer “Há dois anos atrás”, pois o “Há” já dá ideia de tempo decorrido.

40. “Bastante” / “Bastantes”

Erro: Há bastante motivos para a demissão daquele colaborador.

Forma correta: Há bastantes motivos para a demissão daquele colaborador.

Explicação: Bastante/Bastantes é pronome indefinido e deve concordar com o substantivo a que se refere. Na dúvida, faça a substituição por “muito/muitos”. Também pode ser advérbio, mas, nesse caso, permanecerá invariável.

41. “Zero hora” / “Zero horas”

Erro: A decisão entra em vigor a partir das zero horas de amanhã.

Forma correta: A decisão entra em vigor a partir da zero hora de amanhã.

Explicação: O substantivo “hora” concorda com o numeral “zero”.

42. “Horas extra” / “Horas extras”

Erro: O colaborador precisou fazer muitas horas extra.

Forma correta: O colaborador precisou fazer muitas horas extras.

Explicação: “Extra” é um adjetivo, portanto deve concordar com o substantivo a que se refere.

43. “Vir” / “Ver”

Erro: Quando você ver seu extrato, identificará o estorno do valor.

Forma correta: Quando você vir seu extrato, identificará o estorno do valor.

Explicação: Vir é a flexão do verbo VER na 3ª pessoa do singular do Futuro do Subjuntivo.

44. “Interviu” / “Interveio”

Erro: A diretora interviu na decisão.

Forma correta: A diretora interveio na decisão.

Explicação: Interveio é a flexão do verbo intervir na 3ª pessoa do singular do Pretérito Perfeito do Indicativo. Significa interferir, participar, interceder.

45. “Através” / “por meio”

Erro: O cliente soube da alteração através do e-mail.

Forma correta: O cliente soube da alteração por meio do e-mail.

Explicação: Por meio significa “por intermédio”. A locução através de expressa a ideia de atravessar. (Ex: Olhou através da janela.)

46. “Clipe” / “clipes”

Erro: Ele fixou os papéis com um clips.

Forma correta: Ele fixou os papéis com um clipe.

Explicação: Clipe é aquela peça de metal usada para prender folhas. Patenteado na Alemanha, é conhecido como clip (pl. clips) nos países de língua inglesa. No Brasil, deve ser chamado de clipe (pl. clipes).

47. “Responder o” / “Responde ao”

Erro: O gerente não respondeu o meu e-mail.

Forma correta: O gerente não respondeu ao meu e-mail.

Explicação: A regência do verbo responder, no sentido de dar a resposta a alguém, exige a preposição “a”.

48. Vírgula entre sujeito e verbo

Erro: O gerente de marketing, copiou as informações.

Forma correta: O gerente de marketing copiou as informações.

Explicação: A vírgula é um sinal de pontuação que marca uma pausa de curta duração. É usada para separar termos dentro de uma oração ou orações dentro de um período, mas nunca deve ser colocada entre o sujeito e o verbo.

49. “No aguardo de” / “Ao aguardo de”

Erro: Ficarei no aguardo de providências.

Forma correta: Ficarei ao aguardo de providências.

Explicação: Ficamos sempre ao aguardo ou à espera de, nunca no aguardo de ninguém ou na espera de alguma coisa.

50. “Mas” / “Mais”

Erro: Ele é dedicado, mais costuma se atrasar.

Forma correta: Ele é dedicado, mas costuma se atrasar.

Explicação: Mas é conjunção adversativa e significa “porém”. Mais é advérbio de intensidade.

51. “Obrigado” / “Obrigados”

Erro: Muito obrigado! – disseram os homens.

Forma correta: Muito obrigados! – disseram os homens.

Explicação: “Obrigado” deve vir no plural caso se refira a mais de uma pessoa.

52. “Imprimido” / “Impresso”

Erro: Ele havia impresso todos os documentos naquele dia.

Forma correta: Ele havia imprimido todos os documentos naquele dia.

Explicação: O verbo imprimir tem duas formas de particípio – impresso e imprimido. Com os verbos ter e haver, deve-se usar a forma “imprimido”, e com os verbos ser e estar, “impresso”. Ex: Os documentos foram impressos naquela máquina.

53. “Precisa-se” / “Precisam-se”

Erro: Precisam-se de motoristas.

Forma correta: Precisa-se de motoristas.

Explicação: Nesse caso, a partícula “se” tem a função de tornar o sujeito indeterminado. Quando isso ocorre, o verbo permanece no singular.

54. “Há pouco” / “A pouco”

Erro: Os gestores chegarão daqui há pouco.

Forma correta: Os gestores chegarão daqui a pouco.

Explicação: “Há pouco” indica tempo decorrido. “A pouco” dá ideia de uma ação futura.

55. “Chego” / “Chegado”

Erro: A secretária havia chego atrasada na reunião.

Forma correta: A secretária havia chegado atrasada na reunião.

Explicação: O particípio do verbo chegar é chegado. Chego é 1ª pessoa do Presente do Indicativo.(Ex: Eu chego na hora do almoço).

56. “Entre eu e você” / “Entre mim e você”

Erro: Entre eu e você, há uma sintonia de ideias.

Forma correta: Entre mim e você, há uma sintonia de ideias.

Explicação: Eu é pronome pessoal do caso reto e só pode ser usado na função de sujeito, ou seja, antes de um verbo no infinitivo, como no caso: “Não há nada entre eu pagar e você usufruir também.”

57. “Senão” / “Se não”

Erro: É melhor ele comparecer, se não irá perder a vaga.

Forma correta: É melhor ele comparecer, senão irá perder a vaga.

Explicação: Senão significa “caso contrário”. Se não é usado no sentido de condição. (Ex: Se não chover, poderemos sair.)

58. “Deu” / “Deram” tantas horas

Erro: Deu dez da noite e ele ainda não chegou.

Forma correta: Deram dez da noite e ele ainda não chegou.

Explicação: Os verbos dar, bater e soar concordam com as horas. Porém, se houver sujeito, deve-se fazer a concordância: “O sino bateu dez horas.”

59. “Chove” / “Chovem”

Erro: Chove reclamações quando há aumento no preço do combustível.

Forma correta: Chovem reclamações quando há aumento no preço do combustível.

Explicação: Quando indica um fenômeno natural, o verbo chover é impessoal e fica sempre no singular. No sentido figurado, faz-se a flexão verbal.

60. “Chegar em” / “Chegar a”

Erro: Os estagiários chegaram atrasados na reunião.

Forma correta: Os estagiários chegaram atrasados à reunião.

Explicação: Verbos de movimento exigem a preposição “a”.

Fonte: Revista Exame

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7 dicas de Steven Pinker para escrever melhor

(FOTO: PIXABAY/DOMÍNIO PÚBLICO)

Steven Pinker, professor do departamento de psicologia da Universidade Harvard, psicólogo e rockstar como gosta de se definir, escreveu o livro Sense of Style – que agora chega ao Brasil como Guia de Escrita (Editora Contexto, R$ 49,90).

Confira sete dicas do livro que a GALILEU separou:

1. Esqueça essa história de que antigamente as pessoas escreviam melhor: Se uma pessoa está na face da Terra há muito tempo, é natural que se incomode com mudanças culturais. Mas você não pode deixar suas tradições e opiniões transformarem seu texto em um autêntico José de Alencar. A verdade é que a língua muda rápido, e desde que o mundo é mundo professores e acadêmicos estão reclamando da decadência moral e linguística. Pinker faz até uma coletânea de exemplos de várias épocas. Em 1478 o tipógrafo William Caxton afirmou que "nossa língua tal como é usada hoje difere de longe daquela que era usada e falada quando eu nasci". Já um anônimo de 1917 foi categórico: "Nossos calouros não sabem soletrar, não sabem pontuar. Todos os colégios estão desesperados, porque os alunos desconhecem os rudimentos básicos".

2. Fuja do jargão de sua área do conhecimento. Rápido: Já tentou ler um texto jurídico? Ou o manual de instruções para a instação de um roteador em casa? Ou mesmo um dos artigos científicos que a GALILEU lê todos os dias para te atualizar? Pois é, a redação é indecifrável em grande parte dos casos. Pinker afirma que é difícil para uma pessoa saber como é para outra pessoa não saber o que ela sabe. Em outras palavras, quando você entende tudo de um assunto, tem a impressão de que todo entende pelo menos um pouquinho. A consequência é o que ele denomina "maldição de conhecimento". Em resumo: evita abstrações demais, e use palavras que todo mundo conhece. Não vai doer nada, e vai te ajudar a enviar sua mensagem ao maior número possível de pessoas.

3. Evite transformar verbos em substantivos: O fechamento brusco da peça pode ocasionar a quebra de suas dobradiças. Não é difícil topar com um aviso como esse na caixa de um produto qualquer. Soa péssimo, e o pecado está em não assumir as ações. Por que usar "ocasionar a quebra" se "quebrar" é tão mais simples? Pinker chama esse tipo de substantivo de "zumbi", e dá uma boa sugestão: trazer todos de volta à vida verbal: Fechar a peça bruscamente pode quebrar suas dobradiças.

4. Diminua a distância entre palavras relacionadas entre si.

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas... De um povo heróico o brado retumbante.

Que tal colocar na ordem? As margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heróico.

Ufa! Vamos do hino nacional a Os Lusíadas, de Camões.

As armas e os barões assinalados,

Que da ocidental praia Lusitana,

Por mares nunca de antes navegados,

Passaram ainda além da Taprobana,

Em perigos e guerras esforçados,

Mais do que prometia a força humana,

E entre gente remota edificaram

Novo Reino, que tanto sublimaram;

O sujeito são "as armas e os barões assinalados". O verbo, "cantando".

Você não viu o verbo na estrofe acima? Pois é. A não ser que você seja Camões, separar os dois dessa maneira não é uma boa maneira de escrever um e-mail para seu chefe. À proposito, ele está destacado na estrofe abaixo, 14 versos depois.

E também as memórias gloriosas

Daqueles Reis, que foram dilatando

A Fé, o Império, e as terras viciosas

De África e de Ásia andaram devastando;

E aqueles, que por obras valerosas

Se vão da lei da morte libertando;

Cantando espalharei por toda parte,/

Se a tanto me ajudar o engenho e arte.

5. Use as vozes passiva e ativa para dirigir o olhar do leitor para o que interessa: A voz passiva é considerada por alguns gramáticos e revisores uma grande inimiga de uma boa redação. Não seja tão radical. Como você pode perceber pela frase anterior — que está em voz passiva — começar uma frase por seu objeto é um ótimo jeito de chamar a atenção do leitor para o que realmente interessa. O contrário pode até dar certo: Alguns gramáticos e revisores consideram a voz passiva uma grande ... Mas tiraria o foco do assunto da frase.

Pinker também lembra que ela pode tirar do caminho sujeitos que não interessam para quem lerá a frase. Em helicópteros foram levados ao local do incêndio, o ouvinte não precisa saber quem são os pilotos. Políticos e jornalistas sabem muito bem disso, e podem usar a passiva para omitir o sujeito quando, na verdade, ele é de interesse público, como em R$ 25 milhões foram desviados de uma empresa estatal em vez de João da Silva desviou R$ 25 milhões de empresa estatal.

6. Use sinônimos para não repetir palavras, mas não exagere na dose: Não é uma boa ideia repetir uma palavra vezes demais. João é legal. João foi à escola. Lá, João falou com seus amigos. É por isso que no gênero jornalístico uma instrução comum é não repetir palavras essenciais para a matéria na mesma página. Buscar sinônimos, porém, pode te levar a construções desconfortáveis.

Isso acontece, em primeiro lugar, porque não há tantos sinônimos assim: gato pode ser trocado por bichano ou felino, mas seu nome científico, Felis catus, já seria um exagero fora de um texto especializado. Outro é que é preciso tomar cuidado para usar palavras na sua ordem de abragência. Dá para dizer O ônibus acelerou. As pessoas caíram dentro do veículo. Já O veículo acelerou. As pessoas caíram dentro do ônibus não deixa claro que o veículo em questão é um ônibus. A categoria "veículo" engloba muitas coisas, entre elas, ônibus.

7. Tome cuidado com ambiguidades sintáticas: A polícia cercou o ladrão do banco na rua Santos. Afinal, o ladrão do banco da rua Santos foi cercado em um lugar qualquer ou o ladrão de um banco qualquer foi cercado na rua Santos? Quando conhecemos uma história, o significado de uma frase parece óbvio. Tão óbvio que não temos o costume de revisar para ver se alguém poderia entender algo completamente diferente.

Fonte: Revista Galileu

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O ritmo e o estilo de diferentes obras literárias brasileiras

Número de palavras por frase é um dos principais responsáveis por definir ritmo e musicalidade de um texto.

Veja como diferentes autores equilibram frases em suas obras.

Acesse o site do Nexo Jornal para ver os gráficos

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8 aplicativos úteis para quem ama ler

Para você apaixonado por livros, separamos 8 aplicativos que irão facilitar a sua vida.

Audible: Não é bem um aplicativo, mas a biblioteca de audio books da gigante online Amazon. Que tal aproveitar o tempo no trânsito ou na academia para ouvir histórias ou aprender algo? Os livros em áudio não são novidade, mas ganharam força extra com as funcionalidades de apps para smartphones e tablets. Saiba mais e baixe / Gratuito, iOS/Android.

Colorfy: Os livros para colorir nunca deixaram as livrarias e não é por acaso: são uma delícia! E como nem sempre é possível ter lápis de cor e papel à mão, o formato existe também no digital. O Colorfy traz desenhos que você pode pintar para passar o tempo. Saiba mais e baixe / Gratuito, iOS/Android.

GoodReads: O site é a mais usada rede social para amantes de literatura no mundo e reúne tanto leitores quanto escritores consagrados e novatos de diversos gêneros. O GoodReads promove grandes lançamentos e não raro permite que fãs possam enviar perguntas diretamente para escritores. O aplicativo é útil para quem gosta de manter organizadas as listas de livros que leu ou quer ler, e também para encontrar sugestões baseadas no seu gosto. Saiba mais e baixe / Gratuito, iOS/Android.

Instapaper: Quantas vezes você já deixou de ler uma reportagem ou artigo interessante porque guardou para depois e esqueceu? O Instapaper resolve isso guardando os links para você ler offline. Funciona não só no smartphone e tablet, mas também em e-readers como Nook e Kindle Fire. Saiba mais e baixe / Gratuito, iOS/Android.

Itaú Criança: O aplicativo do Itaú coloca som, efeitos lúdicos e animações em cima de histórias que as crianças amam. É uma boa forma de passar tempo junto dos pequenos que só querem saber de telas. Saiba mais e baixe / Gratuito, iOS/Android.

Skoob: Similar ao GoodReads, o Skoob é uma rede social de leitores. A diferença é que essa é criada no Brasil e reúne livros (nacionais ou não) em língua portuguesa. Saiba mais e baixe / Gratuito, iOS/Android.

Syllable: Para leitores profissionais e para todo mundo que não consegue evitar a distração ao ler no iPhone ou iPad. Apenas para iOS, o Syllable ajuda você a manter a velocidade usando técnicas de leitura dinâmica. Não é só uma questão de ler rápido, mas de trabalhar concentração e absorver o texto. Saiba mais e baixe / Gratuito, iOS

Wattpad: A maior comunidade de escritores do mundo, a Wattpad é considerada um “Youtube da literatura” e pula os intermediários como editoras e lojas ao oferecer livros diretamente aos leitores. O aplicativo é bastante ágil e tem funcionalidades de rede social.

Fonte:globo.com

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Desenhos pré-históricos `ignorados` podem revelar o `mais antigo` código de escrita

À primeira vista, os rabiscos parecem traços sem importância, como estes das cavernas espanholas conhecidas como Las Chimeneas, que são Patrimônio da Humanidade.

Foram encontrados 32 traços que se repetem em diferentes cavernas da Europa, os cientistas acreditam que esse conjunto forma o código de escrita mais antigo de que se tem registro.

Os traços são simples: apenas linhas em zigue-zague, pontos, triângulos inacabados, cruzes retorcidas ou algo que lembra figuras geométricas.

Esses "desenhos ignorados", que estão ali desde a Idade da Pedra, são parte de um dos legados artísticos mais antigos do mundo, da fase final do último período glacial na Europa (por isso também chamada de arte da Era do Gelo).

Silenciosos e inexplorados, esses traços podem falar de "uma mudança fundamental nas habilidades dos nossos ancestrais", diz a cientista. Isso porque a capacidade de articular um código é a mesma exigida para desenvolver uma escrita, como fez o homem moderno.

Fonte:BBC

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Menos vendas e pouca leitura

Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Instituto Pró-Livro com o Ibope Inteligência, pouco mais da metade dos brasileiros leram ao menos um livro inteiro ou em parte nos três meses anteriores. O Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, em inglês) revelou que 51% dos alunos brasileiros não têm nível de leitura condizente com o exercício da cidadania. O volume de livros vendidos no Brasil caiu 11% em 2016, segundo relatório da Nielsen BookScan. Confira o balanço de 2016 sobre a venda de livros e os leitores no Brasil.

Fonte: O Globo

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Conheça Malaca, a cidade malaia onde (ainda) se fala português

Mesquita Masjid Selat, no estreito de Malaca – importante rota marítima entre os oceanos Índico e Pacífico (Asnidamarwani | iStock)

Malaca, localizada no Sul da Malásia, no continente Asiático, foi governada pelos portugueses por 130 anos (1511-1641) e ainda hoje possui cerca de 1.000 moradores que falam a língua portuguesa, a maioria adultos, com mais de 50 anos, o que coloca em risco a perpetuação do idioma na cidade. Estas pessoas se concentram no bairro português, habitado por quase 1,7 mil pessoas. Alguns moradores tentam manter a língua viva, passando o que sabem aos jovens, mesclando o português malaco com algumas palavras em inglês, idioma falado por muitos moradores.

Fonte: Super Interessante

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Conheça autores que entram em domínio público em 2017

No dia 1º de janeiro, todos os anos, celebra-se o Dia do Domínio Público. É nesta que ficam livres de direitos autorais as obras dos artistas cuja morte completou 70 anos (ou 50, dependendo do país). Assim, a partir daí, no primeiro dia de 2017, todas as suas obras ficam livres de direitos autorais. Confira os autores que possuem obras que passaram para Domínio Público em 2017:

H. G. WELLS

foto: wikimedia commons

ESCRITOR É CONSIDERADO O PAI DA FICÇÃO CIENTÍFICA

Nascido em 1866, o britânico H. G. Wells é considerado um dos pioneiros na ficção científica. Em obras como “A máquina do tempo” (1895), “O homem invisível” (1897) e “A guerra dos mundos” (1898), Wells projetava visões de um futuro e realidades alternativas baseadas no progresso científico. Há distopias sombrias, como “A Ilha do Dr. Moreau” - que trata de temas atuais, como ética animal - e utopias que projetavam sociedades melhoradas (normalmente, por meio da ciência).

GERTRUDE STEIN

foto: wikimedia commons

GERTRUDE STEIN ESCREVEU OBRAS MUITO À FRENTE DE SEU TEMPO

A escritora americana foi uma das mais importantes expoentes do movimento modernista. Nascida em 1874, ela tinha em seu círculo de amizades personalidades como Ernest Hemingway, Pablo Picasso e Henri Matisse. Seu livro "Autobiografia de Alice B. Toklas" alcançou um sucesso inesperado na época e se tornou uma das obras fundamentais dos anos iniciais do século 20. Lésbica, Stein explorava o tema da sexualidade em obras avançadíssimas para a época. O poema "Miss Furr and Miss Skeene" é considerado um dos primeiros “fora do armário” da história. Em português, ela ganhou traduções por Mario Faustino e Augusto de Campos.

D. T. SUZUKI

O japonês Daisetz Teitaro Suzuki, conhecido como D. T. Suzuki, é considerado o maior responsável pela popularização do zen budismo no ocidente. Ele lecionou na Universidade de Columbia, nos EUA, e traduziu obras em japonês, chinês e sânscrito. Venceu o Nobel da Paz em 1963. É autor de populares obras como “Introdução ao Zen Budismo” (1934) e “Manual do Zen Budismo” (1934).

MINA LOY

foto: wikimedia commons

A ESCRITORA, ARTISTA E POETA MINA LOY FOI UMA DAS AUTORAS DO MANIFESTO FEMINISTA

A artista, poeta e escritora britânica foi uma das autoras do Manifesto Feminista, escrito em 1914. Publicou livros de poesia, roteiros, ensaios e fez ilustrações (usando, principalmente, a técnica de colagem). Entre seus admiradores está o T. S. Eliot e a própria Gertrude Stein.

ANDRÉ BRETON

ANDRÉ BRETON FOI TEÓRICO DO SURREALISMO E ATIVISTA ANARQUISTA

O escritor e ativista anarquista e anti-fascista francês é o autor do primeiro Manifesto Surrealista, de 1924. Próximo de vários artistas, ele foi um dos responsáveis pela popularização dessa corrente artística e por sua conceituação teórica. Publicou vários ensaios e livros de poesia.

FRANK O’HARA

foto: reprodução

APA DE `THE COLLECTED POEMS OF FRANK O`HARA`, COLETÂNEA PÓSTUMA LANÇADA EM 1971

O poeta, dramaturgo e crítico tem mais de 20 livros publicados. Nos anos 1960, foi o curador do Museu de Arte Moderna de Nova York e figura fundadora da chamada “New York School”, grupo de artistas, músicos e escritores vanguardistas. Sua poesia era solta, informal e celebrava a espontaneidade - e se popularizou somente após a sua morte. Como nos EUA a entrada em domínio público está relacionada à data de publicação e O`Hara publicou a partir dos anos 1930, apenas algumas de suas obras entram em domínio público em 2017.

PRÍNCIPE PRETINHO

O compositor brasileiro foi um dos principais da cena carioca dos anos 1930. Teve canções regravadas por Ataulfo Alves, Dalva de Oliveira, Francisco Alves e Nelson Gonçalves, entre outros.

Fonte: Jornal Nexo

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As palavras mais pesquisadas no Priberam em 2016

Conheça a lista de palavras mais buscadas no Priberam

Em Portugal: Arrendatário, Exangue e Resiliência.

No Brasil: Gitana, Resiliência, Saruê.

Nos restantes países em que o português é a língua oficial, as palavras mais pesquisadas foram:

Angola: amnistia, pormenorizar e reborar

Cabo Verde: azáfama, embaixador e biônico

Guiné-Bissau: translineação, minúsculas e panorama

Guiné Equatorial: PALOP, abordagens e adormecer

Moçambique: monopartidarismo, obstar e pasteleira

São Tomé e Príncipe: lacuna, apropriação e comprometimento

Timor-Leste: mestre, contentores e enumerável

Fonte: O observador

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Leitura na infância: como fazer as crianças lerem mais

Veja as dicas que a professor Vivian Rio Stella desenvolveu para estimular as crianças a lerem:

- Leia com as crianças;

- Leia perto das crianças, dê o exemplo;

- Presenteie as crianças com livros;

- Passeie com as crianças em livrarias.

Fonte: Universia.

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Lugares essenciais para amantes de livros visitarem em São Paulo

Aproveite as férias e conheça lugares para você ficar entre os livros, abaixo a lista feita pelo Guia da Semana de São Paulo.

Livraria Cultura: A Livraria Cultura possui 08 lojas pela capital paulista, em muitos cantos da cidade, mas a mais significativa de todas, é a loja da Av. Paulista. Ela possui um acervo de mais de dois milhões de títulos diferentes. Além da loja da Paulista, sua loja do Conjunto Nacional, é a maior livraria do país, em São Paulo desde 1969, com mais de 4 mil metros². A livraria é uma parada obrigatória para quem visita São Paulo e ama os livros.

Livraria da Vila : A Livraria da Vila tem 06 lojas pela cidade e é uma das principais livrarias de São Paulo. Além de ser uma das mais queridas e procuradas livrarias da cidade, ela possui muitos eventos e palestras com escritores e detores do país inteiro - às vezes até de fora - , o que da mais respeito e credibilidade do espaço com os leitores. Uma das lojas também pode ser encontrada na Av. Paulista, entre outras de suas tantas localizações.

Mercearia São Pedro: Originária da Vila Madalena, a Mercearia São Pedro existe em um dos melhores bairros da cidade desde 1968 e, é um ambiente jovem, despojado e informal. Construída em uma casa antiga, ela conta com uma pequena locadora e muitas prateleiras cheias de livro. O lugar é uma mistura de restaurante/lanchonete com um bar e uma livraria, com os livros bem dispostos ao público, com cara de banca de jornal.

Centro Cultural São Paulo: O CCSP foi criado inicialmente com uma proposta de ser um espaço para abrigar parte da Biblioteca Mário de Andrade, com o tempo foi sofrendo algumas mudanças e virou um dos primeiros espaços culturais multidisciplinares do país. Existem muitas atividades feitas nesse espaço, desde uma horta comunitária a eventos e encontros. No centro estão a Pinacoteca Municipal, o Arquivo Multimeios e a discoteca Oneyda Alvarenga, além de teatro, palco de dança, debates e discursos. O lugar fica no centro da cidade e recebe pessoas de todo canto de São Paulo, que buscam um pouco de cultura e tranquilidade.

Casa das Rosas: A casa das Rosas, conhecida também por Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, recebe todos os dias pessoas para participarem de sua programação. Inaugurada no começo dos anos 1990, é um centro cultural voltado somente para a literatura, o nome Casa das Rosas é por ter em sua área um dos mais belos jardins da cidade, ela fica na av. Paulista e é até um cartão postal de São Paulo. Sua biblioteca possui mais de 35 mil volumes da coleção do poeta, ensaísta e tradutor, Haroldo de Campos. Além das obras, o local conta com cursos de temas literários e exposições esporádicas, sempre relacionadas à literatura e, também, uma livraris da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, que comercializa livros de editoras universitárias.

Fnac: A Fnac é a maior rede de lojas de produtos culturais e digitais da Europa. A livraria oferece também inúmeros itens de música, informática, som e vídeo. Sua loja mais conhecida em São Paulo é a da Av. Paulista, bem perto ao MASP, ela conta com títulos variados, além de promover sempre eventos gratuitos aos seus consumidores de literatura, música, fotografia e tecnologia.

Biblioteca Mário de Andrade: A biblioteca foi inaugurada em 1936, é a primeira biblioteca pública de São Paulo. Seu acervo completo tem aproximadamente 3 milhões de itens, contando com livros, jornais, mapas e multimeios. O espaço passou por uma grande reforma em 2011 e é considerada a segunda maior coleção pública do país, pois é uma biblioteca depositária da ONU. A Biblioteca Mário de Andrade também proporciona ao público palestras, exposições e visitas pelo espaço.

Fonte: Bonde News.

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Menino de 7 anos lê 88 livros em 2016: `a gente conhece um novo mundo`

Cadu é acostumado a ler desde os quatro anos de idade (Foto: Reprodução/TV Anhanguera).

Carlos Eduardo, o Cadu, como gosta de ser chamado, lê desde os quatro anos e neste ano chegou a ler 88 livros.

No decorrer do ano, a mãe anotou todas as obras lidas pelo filho. Ao final, ela se impressionou com a quantidade.

Fonte: G1.

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Como a computação cognitiva pode ajudar na educação

As plataformas de computação cognitiva se diferenciam daqueles da computação tradicional que utilizamos pela sua capacidade de aprendizado. Elas utilizam algoritmos avançados de machine learning (ou aprendizado de máquina) que entendem a linguagem humana natural, como textos e imagens. Isso abre um leque de possibilidades de uso em variados segmentos da economia e da sociedade, incluindo a educação.

Uma plataforma de computação cognitiva pode ser alimentada com diversas informações sobre os alunos, como o histórico de notas e as observações dos professores com base na experiência em sala de aula. Esse material é processado e gera uma inteligência na forma de insights capazes de auxiliar os educadores a desenvolver melhor o seu trabalho e a entender o potencial de cada um de seus alunos.

É possível relacionar suas várias potencialidades e pontos fracos e sugerir material didático e ações pontuais para ajudá-lo a evoluir. Essa visão mais ampla de cada aluno oferece a possibilidade de uma educação individualizada, que leva em consideração todo o espectro de capacidades de um estudante.

Fonte: Super Interessante.

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8 dicas para ler mais livros e deixar o smartphone de lado

Revisite os clássicos, passeie por livrarias, compartilhe o hábito com um amigo , leia esses e outros conselhos da Universia Brasil para você deixar o smartphone de lado e ler mais,clique aqui.

Fonte: Universia Brasil.

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Aos 11 anos, Kaciane leu mais de 500 livros e inaugurou a própria biblioteca

Kaciane Marques, que tem apenas 11 anos, já leu mais de 500 livros e realizou o sonho de inaugurar sua própria biblioteca! Com mais de 4 mil títulos e um fluxo semanal de 300 visitantes, muitos deles vindos de outros bairros. “Para uma pessoa retirar os livros aqui é necessário fazer um cadastro com o endereço e telefone. Depois disso, ela pode pegar até cinco livros e tem o prazo de 15 dias para devolver. Se não terminar de ler, pode renovar”, explica.

Fonte: GShow.

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Emma Watson está espalhando livros pelo metrô de Nova York

Emma Watson esconde livros no metrô para que as pessoas encontrem – Foto: Reprodução/ Instagram.

Emma Watson, embaixadora da boa vontade da agência ONU Mulheres e militante do feminismo encontrou um jeito diferente de incentivar a literatura, a atriz autografou e espalhou uma centena de livros pelo metrô de Londres. O título escolhido por ela foi Mom and Me and Mom, da norte-americana Maya Angelou.

Fonte: Conexão Penedo.

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Passageiros já podem retirar livros para ler em ônibus de Praia Grande

Livros podem ser retirados dentro de ônibus em Praia Grande, SP (Foto: Divulgação)

Os passageiros de Praia Grande, litoral de SP, podem escolher um livro para ler durante a viagem de ônibus na cidade. O projeto chamado Cultura no Ônibus são abastecidos com livros doados pela Biblioteca Municipal Porto do Saber, além disso, os próprios moradores podem abastecer os cisplays de livros.

Fonte: G1.

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Estudantes unem literatura à confeitaria para aumentar renda e divulgar arte

Duas estudantes em busca de uma renda extra para ajudar a pagar os gastos com a faculdade tiveram uma ideia de unir doces e literatura. Gianne Pereira vende brigadeiros literários, com frases impressas em cartolinas que depois viram marcadores de páginas e Júlia Dias vende palhas italianas Segundo Júlia, seu objetivo não é fazer suas vendas crescerem, mas sim divulgar as poesias que ela coloca junto com as palhas, poesias essas que são escritas pelos próprios alunos de Letras do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL), da Unicamp, onde ela estuda.

Fonte: Carta Campinas.

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Personagens negros são protagonistas de livros

Conheça a obra da designer e mestre em desenho Tamires Lima “Fabrincando e Tóim, cadê você?”, realizada para celebrar a estética negra e aumentar a representatividade nos livros infantis. Para que o livro atingisse o máximo possível de crianças, 45% dos exemplares (920 unidades) foram doados para brinquedotecas e bibliotecas de escolas e universidades públicas em Salvador e região metropolitana. Além disso, oficinas de produção de brinquedos foram realizadas em mais de 20 espaços públicos.

Fonte: A Tarde.

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Conheça a história de Lindomar, o morador de rua que vende livros

Vendedor organiza os exemplares de literatura nacional e estrangeira doados por passantes Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS

Talvez você já enha passado por Lindomar em uma calçada da Avenida Protásio Alves perto da esquina com a Rua Carazinho, no bairro Petrópolis, em Porto Alegre. Vindo de Áurea, interior do Estado, o morador de rua diz que vender livros é um ótimo trabalho, “Num dia bom, tiro R$ 80. Antes, tinha dias em que não tirava nem R$ 10. Faço isso porque me dá o lucro. Posso conseguir uma cama boa, um banho”, diz ele. Leia mais sobre a história de Lindomar JaidoGaieski no clicrbs.

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Jovem de 14 anos coleciona diversos trabalhos de ilustração e quatro publicações

Conheça Hector ngelo, um rapaz de 14 anos que já coleciona alguns livros no currículo, além de trabalhos como ilustrador. Nesta matéria do Metrópolis, ele conta que começou a escrever por diversão e hoje mantém o Projeto Lupa, que reúne depoimentos e fotos de profissionais ligados à arte de contar histórias. O site apresenta escritores, jornalistas, roteiristas, contadores de histórias, dramaturgos, redatores publicitários, letristas musicais, que têm algo em comum: a paixão pelas palavras.

Fonte: Metropoles.

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Pais modernos partilham experiências em novo livro

Recém lançado em Lisboa, o livro"Nós, os Pais" inclui testemunhos de Paulo Baldaia, diretor do DN, António Raminhos, Jorge Gabriel, Pedro Boucherie Mendes, Henrique Raposo e Alexandre Homem Cristo. O livro procura mostrar a mudança cultural que aconteceu nestas últimas décadas, quando o homem passou a dividir a tarefa de cuidar dos filhos com as mães, que estão cada vez mais inseridas no mercado de trabalho, conquistando sua independência. Com depoimentos bem humorados os pais contam as suas experiências com seus filhos.

Fonte: DN.

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Quais os livros favoritos dos escritores quando eram crianças?

A revista Época perguntou para 11 autores os seus livros preferidos, lidos na infância. Descubra quem citouO boi aruá, de Luís Jardim, Asterix e Tintim, A mulher que matou os peixes, de Clarice Lispector, foi A chave do tamanho, de Monteiro Lobato, Marcelo, marmelo, martelo, de Ruth Rocha, A história sem fim, O Sítio do Picapau Amarelo, Os meninos da rua Paulo, A bolsa amarela, de Lygia Bojunga, Os três mosqueteiros e Em busca do templo perdido, da coleção Salve-se quem puder.

Fonte: Época.

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11 livros infantojuvenis que todos deveriam ler ao longo da vida

FOTO: LAURA MUNTZ LYALL.

Confira a lista que a revista Galileu fez dos 11 livros infantojuvenis que todos deveriam ler ao longo da vida:

1 - O Mundo de Sofia, JosteinGaarder: "Nenhum outro livro explica aos jovens de forma tão simples as principais linhas de pensamentos filosóficos. Sem contar que o enredo da história de Sofia prender o leitor até o final, que é arrasador!" (Emeline Boni, via Facebook)

2 - Ponte para Terabítia, Katherine Paterson: "Porque a vida pode ser simples, nossa imaginação pode ser incrível e também porque nem sempre os finais são felizes". (Geisilaine Paula, via Facebook)

3 - O Pequeno Príncipe, Antoine de Saint-Exupéry: "É um lindo clássico". (Ana Paula, via Facebook)

4 - O Mágico de Oz, L. Frank Baum: "É indispensável". (@sabichãodopãodekeijo, via Twitter)

5 - Desventuras em Série, LemonySnicket: "É uma série de treze volumes, então podem ser lidos aos poucos ao longo da vida." (Rodrigo Silva e Silva, via Facebook)

6 - Ei! Tem Alguém Ai?,JosteinGaarder: "Livro que abre reflexões, distrai e ainda pode mudar suas percepções da vida com simplicidades". (Samuel Vitor de Souza, via Facebook)

7 - Meu Pé de Laranja Lima, José Mauro de Vasconcelos: "O livro narra a visão de uma criança sobre os problemas sociais que a cercam. A pureza é contrastada pela dureza da vida. É uma imersão nos valores humanos através da perspectiva de alguém jovem e com quem podemos nos identificar de imediato". (@brunajfranco, via Twitter)

8 - Alice no País das Maravilhas, Lewis Carroll: "É uma das obras primas de toda cultura pop, servindo de inspiração/referência para inúmeras obras posteriores. Logo, conhecer esta obra é conseguir intertextualizar com muitas outras (desde Matrix a Batman v Superman). É um texto de várias camadas, podemos interpretar tudo como apenas uma viagem de imaginação ou teoria de multiversos, visto que Lewis Carroll era matemático também. Ou mesmo relevando esta parte matemática, é uma bela história que deixa o antropocentrismo de lado e mostra outro mundo!". (@cobaki, via Twitter)

9 - O Senhor dos Aneis, J. R.R. Tolkien: "Eu li quando era adolescente e me apaixonei. Tem gente que leu quando adulto e discorda. Mas acho que a ficção encanta a todos". (@bruxa_paixaoo, via Twitter)

10 - Aruá, o Boi Encantado, Luís Jardim: "Um livro maravilhoso que traz uma reflexão linda sobre ser humilde". (João Paulo S. Gomes, via Facebook)

11 - Harry Potter, J.K. Rowling: "Além dos exemplos morais seu estilo é leve, fluido e viciante enquanto inocula sua poesia vibrante e mágica". (@liriofofo, via Twitter)

Fonte: Revista Galileu.

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Exposição reúne trabalhos de artistas que ilustraram livros do escritor Carlos Urbim

Assim como o escritor Carlos Urbim (1948 — 2015) escolhia minuciosamente cada palavra para compor suas cativantes histórias, também selecionava a dedo os responsáveis por ilustrar seus livros. Ao trabalhar em parceria com artistas visuais, construía junto com eles projetos originais que se transformavam em obras de arte.

- Urbim chegava na editora citando os artistas com os quais conversaria: Gustavo Nakle, Maria Tomaselli, ZoraviaBettiol... Aí começavam a vir obras de arte — lembra Alice Urbim, viúva do escritor e curadora da mostra ao lado de Christina Dias, do Projeto Kombina.

Visite a exposição Eu Ilustro Urbim que estará até dia 18/11 na Pinacoteca Ruben Berta (Duque de Caxias, 973). A Visitação de segunda a sexta, das 9h às 18h.

Fonte: ZH.

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